sábado, 26 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
Famílias...
Há famílias que perante um problema, todos ralham e ninguém tem razão, há familias que vão cada um para seu lado, há famílias que não têm problemas, e há famílias, tal como a minha, que se unem, apesar de qualquer conflito anterior, e se agarram, saem mais fortes e ainda conseguem rir do que se passou.
Mas e quando entramos noutra gente completamente diferente do que nós somos, diferente daquilo que crescemos a conhecer.. E quando envolve alguém que agora faz parte da nossa gente nuclear. como fazemos? Fazemos aquilo que crescemos a fazer... agarramos a corda e não largamos, e quando um deles larga a corda, agarramos nele e distendemos todos os tendões da mão, porque largar não faz parte de nós. Largar seria mostrar que aquilo que nos vai na alma está errado. E não pode estar, porque connosco funcionou tão bem.
Mas será que no final todos ficam bem e eu vou ficar para sempre com esta dor na mão?
Mas e quando entramos noutra gente completamente diferente do que nós somos, diferente daquilo que crescemos a conhecer.. E quando envolve alguém que agora faz parte da nossa gente nuclear. como fazemos? Fazemos aquilo que crescemos a fazer... agarramos a corda e não largamos, e quando um deles larga a corda, agarramos nele e distendemos todos os tendões da mão, porque largar não faz parte de nós. Largar seria mostrar que aquilo que nos vai na alma está errado. E não pode estar, porque connosco funcionou tão bem.
Mas será que no final todos ficam bem e eu vou ficar para sempre com esta dor na mão?
sexta-feira, 18 de abril de 2014
A beleza está na forma como se tira a fotografia...
Adoro fotografia...
Não sei se tenho jeito e ainda não tenho olho treinado mas adoro olhar uma foto e relembrar o que foi. Olhar um sitio e tentar reproduzi-lo numa imagem para sempre.
Quando surgiu o digital, não queria mudar. Mas pensando bem, tenho dificuldade neste tipo de mudança.
No analógico, adorava tirar a foto e ficar a aguardar ao resultado, a revelação.Adorava ir buscar as fotos e ver o que tínhamos conseguido captar. Tão bom!
Entretanto fiquei fã do digital e cada vez mais tento perceber a máquina, a imagem e o meu olho.
Não sei se tenho jeito e ainda não tenho olho treinado mas adoro olhar uma foto e relembrar o que foi. Olhar um sitio e tentar reproduzi-lo numa imagem para sempre.
Quando surgiu o digital, não queria mudar. Mas pensando bem, tenho dificuldade neste tipo de mudança.
No analógico, adorava tirar a foto e ficar a aguardar ao resultado, a revelação.Adorava ir buscar as fotos e ver o que tínhamos conseguido captar. Tão bom!
Entretanto fiquei fã do digital e cada vez mais tento perceber a máquina, a imagem e o meu olho.
| DUBROVNICK |
quinta-feira, 17 de abril de 2014
O filho
Ontem contei-lhe que quando ele era pequenino, ficámos fechados no elevador do nosso prédio e que os bombeiros tiveram de os ir buscar. Bem, ele esteve mais de uma hora a fazer-me perguntas: E porque os bombeiros vieram? E onde estava o pai? E onde tinhamos ido? E qual o carro que levámos? E como abriram o elevador?...
Agora está assim... precisa de perceber tudo direitinho na cabeça dele.
Agora está assim... precisa de perceber tudo direitinho na cabeça dele.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
E o cancro...
(a tentar escrever finalmente alguma coisa sobre esta doença sem chorar)
Nestes dias falou-se muito sobre o cancro porque houve um senhor que morreu desta doença.. Um senhor conhecido e a minha questão é... e quantos outros anónimos não morreram também com esta doença nestes dias que passaram??
Há 3 anos neste mês de Abril também o meu pai morreu... depois de 2 anos e pouco a lutar contra isto. Quando soubemos primeiro parámos tudo, os planos, as ideias, ficámos em ponto morto mas depois, como só a minha família consegue fazer, juntámos tudo, chocalhámos e tentámos tirar o melhor desta situação.
E quando já não havia nada a fazer, criámos uma concha e fechámos tudo lá dentro.
Ainda hoje não consigo ouvir falar de cancro sem chorar. Qualquer que seja a história, boa ou má.
Nestes dias falou-se muito sobre o cancro porque houve um senhor que morreu desta doença.. Um senhor conhecido e a minha questão é... e quantos outros anónimos não morreram também com esta doença nestes dias que passaram??
Há 3 anos neste mês de Abril também o meu pai morreu... depois de 2 anos e pouco a lutar contra isto. Quando soubemos primeiro parámos tudo, os planos, as ideias, ficámos em ponto morto mas depois, como só a minha família consegue fazer, juntámos tudo, chocalhámos e tentámos tirar o melhor desta situação.
E quando já não havia nada a fazer, criámos uma concha e fechámos tudo lá dentro.
Ainda hoje não consigo ouvir falar de cancro sem chorar. Qualquer que seja a história, boa ou má.
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