Há famílias que perante um problema, todos ralham e ninguém tem razão, há familias que vão cada um para seu lado, há famílias que não têm problemas, e há famílias, tal como a minha, que se unem, apesar de qualquer conflito anterior, e se agarram, saem mais fortes e ainda conseguem rir do que se passou.
Mas e quando entramos noutra gente completamente diferente do que nós somos, diferente daquilo que crescemos a conhecer.. E quando envolve alguém que agora faz parte da nossa gente nuclear. como fazemos? Fazemos aquilo que crescemos a fazer... agarramos a corda e não largamos, e quando um deles larga a corda, agarramos nele e distendemos todos os tendões da mão, porque largar não faz parte de nós. Largar seria mostrar que aquilo que nos vai na alma está errado. E não pode estar, porque connosco funcionou tão bem.
Mas será que no final todos ficam bem e eu vou ficar para sempre com esta dor na mão?
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